17 de setembro de 2026
Pará tem uma das maiores taxas de informalidade entre mulheres
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Pará tem uma das maiores taxas de informalidade entre mulheres

De mãe para filha

“Comecei a trabalhar aqui com 14 anos, porque minha mãe já trabalhava. Foi assim que tudo começou”, conta.

“Tinha que ser o Dia das Trabalhadoras.”

Trabalho doméstico: renda essencial, mas sem garantia

“Já trabalhei de carteira assinada, mas pra mim ficou mais flexível trabalhar como diarista”, conta.

“Minha rotina começa por volta de 5h30. Eu levanto, tomo café, preparo a criança pra escola e depois vou trabalhar.”

“O que eu gostaria que mudasse para melhorar de verdade a minha rotina era que houvesse mais respeito dos motoristas com os ciclistas. O trânsito é muito pesado, e a gente precisa andar devagar por segurança. Isso acaba fazendo a gente chegar atrasado no trabalho.”

“É complicado passar o dia fora, chegar e ainda cuidar de tudo, mas eu tenho a ajuda da minha filha. Ela é meu porto seguro.”

Maternidade e informalidade

“Minha rotina é bastante exaustiva. Trabalho à noite com clientes da cooperativa e particulares. Depois sigo com o trabalho em casa, limpando, lavando, cozinhando e organizando”, conta a taxista Silvana Viana Borges, de 53 anos.

“Com o nascimento do meu filho, tive uma motivação a mais pra entrar nesse trabalho, por ter alguma flexibilidade de horário”, diz.

“Dá pra viver, mas com muito esforço, dedicação e sacrifício.”

Fonte: G1

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