“Esse momento é muito gratificante. Trata-se de um documentário que vai relatar a minha trajetória como profissional. Como mãe atípica que sou, é um projeto que surgiu para incluir, e nós temos resultados gigantes: alunos formados em medicina, em odontologia, alunos cegos que se tornaram atletas”, afirmou Cristiane Caetano.
Um movimento que transforma pela leitura
“Com toda essa visibilidade, a UFPA produziu um documentário para registrar não só esse momento, mas toda a minha trajetória enquanto educadora, enquanto mãe atípica, e esse trabalho de inclusão social mesmo”, destacou Cristiane.
Fonte: G1

